8 de agosto de 2010

Pai

Simpes, austério!
Algo como o incompreensível
pois teve no ser o inagualável
ser, você, no meio de todos.

Oh! porque se foi, se entanto preciso
das coisas que escola nenhuma ensina.

Temos como lição a saudade!
O que realmente importa?
A personalidade, o íntimo de ser o eu que és.

Ser criança, filho, pai e homem...
Afinal um pai e homem.
Afinal um pai que nunca morreu
será apenas meu pai, sempre...

Ao lembrar-te eternamente.
Como senhor dos senhores!
Pois de nada vale ser filho
sem ter tido-o com Pai...
                                             F.S.                      28.12.1986

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