Simpes, austério!
Algo como o incompreensível
pois teve no ser o inagualável
ser, você, no meio de todos.
Oh! porque se foi, se entanto preciso
das coisas que escola nenhuma ensina.
Temos como lição a saudade!
O que realmente importa?
A personalidade, o íntimo de ser o eu que és.
Ser criança, filho, pai e homem...
Afinal um pai e homem.
Afinal um pai que nunca morreu
será apenas meu pai, sempre...
Ao lembrar-te eternamente.
Como senhor dos senhores!
Pois de nada vale ser filho
sem ter tido-o com Pai...
F.S. 28.12.1986
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